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Aconteceu no abrigo emergencial: um reencontro com a família depois de 40 anos

O senhor Joselito chegou no abrigo emergencial instalado no estádio Abadião. Sempre reservado, ele chamou a atenção da equipe do psicossocial, que após conhecer sua história, descobriu que fazia anos que ele havia perdido contato com seus familiares. Ao tomar conhecimento dessa situação, a equipe prontamente iniciou uma série de ações com o objetivo de localizar a família do senhor Joselito.

Depois de 40 anos, ele pôde rever os seus familiares. Eles estiveram no abrigo e conheceram o local onde o senhor Joselito está recebendo cuidados especiais. Foi um reencontro emocionante, que trouxe um sentimento de orgulho e alegria para toda a equipe do abrigo emergencial.

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Devido ao contexto da pandemia da covid-19, o GDF firmou parcerias com Organizações da Sociedade Civil, entre elas o Instituto Mãos Solidárias, para oferta de alojamentos provisórios para pessoas em situação de rua.

Os Alojamentos Provisórios de Ceilândia, localizados no estádio do Abadião, são estruturas temporárias criadas para acolher pessoas em situação de rua e prevenir a disseminação do novo coronavírus entre essa população.

O encaminhamento dessas pessoas para o acolhimento é feito por uma central que gerencia o Sistema Integrado de Desenvolvimento Social (Sids), responsável pelo cadastro de pessoas em situação de vulnerabilidade social no DF. Essa equipe envia para a Sedes a lista com as solicitações de vagas, assim, os técnicos da secretaria fazem um diagnóstico e em seguida realizam o encaminhamento dessas pessoas em situação de rua para as unidades de acolhimento.

Desde maio do ano passado, quase mil pessoas passaram pelo abrigo, que oferece dormitório, refeições, higienização pessoal e dos pertences, oficinas culturais e profissionalizantes, além do devido isolamento necessário para manter o distanciamento social durante a pandemia.

“No alojamento, os usuários têm acesso a orientações sobre os serviços, benefícios e programas socais”, explica Mayara Rocha, secretária de Desenvolvimento Social, que também é a primeira-dama do DF. “As equipes da rede de assistência social fazem um acompanhamento personalizado, respeitando a realidade de cada um. Além disso, eles terão a oportunidade de realizar os cursos de capacitação profissional que têm resgatado a autonomia e a autoestima de quem está acolhido – um trabalho reconhecido pelo governo federal.”

“O trabalho dos agentes sociais, seja nas unidades públicas, seja na rede parceira, é assegurar a reinserção social da população atendida, garantindo o acesso às políticas públicas de saúde, trabalho e educação, entre outras”, enfatiza a secretária.

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